Glândula pineal

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A glândula pineal, ou epífise, está relacionada à regulação do relógio biológico
A glândula pineal, ou epífise, está relacionada à regulação do relógio biológico

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Por Helivania Sardinha dos Santos

A glândula pineal, ou epífise, é uma glândula endócrina, ou seja, ela produz hormônios que são liberados e transportados na corrente sanguínea a diversos órgãos-alvo. Essa glândula está localizada no diencéfalo, próximo ao centro do cérebro dos mamíferos, mede 5 por 8 mm e pesa cerca de 150 mg. A glândula pineal contém a serotonina, que é precursora do hormônio produzido pela ação da enzima hidroxi-indol-metil-transferase, a melatonina.

A melatonina é normalmente relacionada à pigmentação da pele nos vertebrados, no entanto, a glândula pineal e a melatonina também fazem parte do chamado relógio biológico e regulam as funções relacionadas com a reprodução e as funções dependentes da duração dos dias e das noites. Esse hormônio também influencia o crescimento e regula o sono no ser humano.

A produção de melatonina ocorre apenas à noite, na ausência de luz. Assim, a quantidade secretada desse hormônio depende da duração das noites, e sua concentração, que aumenta no período noturno, cai durante o dia. A liberação da melatonina pela glândula pineal é controlada por um grupo de neurônios presentes no hipotálamo e que recebem estímulos de neurônios especiais sensíveis à luz na retina. Essa glândula é, então, um transdutor neuroendócrino, pois converte impulsos nervosos em descargas hormonais e participa do ciclo circadiano (que variam ao longo de 24 horas – circadiano vem do latim e significa “cerca de um dia”), bem como de outros ciclos biológicos. Alguns estudos sugerem ainda que a glândula pineal teria uma ação maior sobre as outras glândulas endócrinas.


Por Ma. Helivania Sardinha dos Santos

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