Reprodução das bactérias

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As bactérias reproduzem-se por divisão binária
As bactérias reproduzem-se por divisão binária

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Por Vanessa Sardinha

As bactérias são organismos classificados tradicionalmente no Reino Monera que são unicelulares e procariontes. Essa última caraterística relaciona-se com o fato de esses seres apresentarem material genético disperso no citoplasma, ou seja, não possuem núcleo definido e delimitado pela membrana nuclear.

A reprodução das bactérias ocorre principalmente de forma assexuada, ou seja, sem a necessidade de contato entre duas bactérias para que ocorra a reprodução. Dessa forma, uma única bactéria é capaz de dar origem à outra, fator que ajuda na multiplicação rápida desses organismos.

A forma de reprodução assexuada das bactérias recebe o nome de divisão binária ou cissiparidade. Nesse tipo de reprodução, ocorre a duplicação do material genético e posterior divisão de uma bactéria em duas. Para que ocorra a divisão, há a formação de um septo na região equatorial e das células-filhas, também chamadas de clones. Em algumas espécies, esse processo dura, em média, 20 minutos, sendo esse período chamado de tempo de geração.

Algumas bactérias podem ainda formar esporos, estruturas de resistência que permitem a sobrevivência em caso de mudança de temperatura e desidratação. Os esporos são formados por uma parede grossa e bastante resistente que envolve o citoplasma bacteriano completamente desidratado. Essa estrutura permanece em um estágio de dormência, na qual não se observa atividade vital. Quando as condições são novamente favoráveis, ocorre a ativação da bactéria.

Alguns autores consideram que, em algumas espécies de bactérias, existe um tipo de reprodução sexuada denominado de conjugação. Nesse tipo de reprodução, as células unem-se por uma ponte formada por citoplasma e ocorre a troca de material genético. Posteriormente, a célula divide-se por divisão binária. A conjugação resulta em variabilidade genética e, apesar de não formar novas bactérias, pode ser considerada como um processo sexuado.


Por Ma. Vanessa dos Santos

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