Dor

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A dor é uma sensação desagradável que pode dizer muito a respeito do estado de saúde do organismo
A dor é uma sensação desagradável que pode dizer muito a respeito do estado de saúde do organismo

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por Helivania

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Por Helivania Sardinha dos Santos

A dor é conceituada como uma experiência sensorial e emocional desagradável que está associada a lesões reais ou potenciais. Dessa forma, ela apresenta um significado, pois alerta se há algum problema e, assim, representa um mecanismo adaptativo com o objetivo de aumentar as chances de sobrevivência do indivíduo.

O organismo possui diversas células nervosas espalhadas que funcionam como receptores. Assim, elas reconhecem os sinais e permitem que o sistema nervoso formule informações relacionadas à lesão. De acordo com o tipo de informação, pode-se classificar a dor em fisiológica e patológica.

  • Dor fisiológica: nesse tipo de dor, o estímulo é transitório e induz a respostas rápidas com o objetivo de proteção. Exemplo: a sensação provocada ao tocar um objeto quente faz-nos retirar a mão dele e, assim, evitar um dano maior, como uma queimadura.

  • Dor patológica: normalmente, esse estímulo não é transitório e pode estar associado com inflamações ou lesões do sistema nervoso.

No caso de dor patológica, faz-se necessário observar seu tempo de duração e onde ela atua. É possível classificar a dor em aguda, crônica ou recorrente.

1. Dor aguda: ocasionada por lesões, inflamações, infecções, entre outras. Sua duração pode ser de minutos a semanas e é encerrada quando a causa é tratada.

2. Dor crônica: está associada a doenças crônicas ou em consequência de algum tratamento realizado anteriormente. Ela pode durar meses ou até mesmo anos.

3. Dor recorrente: nesse caso, não está associada a uma causa específica e sua duração pode ser curta, mas se repete por vários períodos.

Tratamento da dor

Como a dor é parte integrante de muitas doenças, primeiramente, é essencial identificar a sua causa para depois tratá-la. Em geral, são utilizados diversos tipos de anestésicos, que podem atuar, por exemplo, diretamente nos receptores da dor, como a pele, ou diretamente nos centros de percepção de dor localizados no cérebro.

Por Ma. Helivania Sardinha dos Santos

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