Linfoma

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Um dos sintomas dos linfomas é o aumento dos gânglios linfáticos, principalmente no pescoço, axilas e virilhas
Um dos sintomas dos linfomas é o aumento dos gânglios linfáticos, principalmente no pescoço, axilas e virilhas

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Por Helivania Sardinha dos Santos

Linfoma é uma neoplasia, isto é, uma proliferação celular desordenada e autônoma, que ocorre nos tecidos linfáticos, formando massas tumorais sólidas. O tecido linfático é constituído por células reticulares que formam uma estrutura de sustentação para as células de defesa, também constituintes do tecido linfático. São exemplos de células de defesa os linfócitos, os plasmócitos e os macrófagos.

Sintomas

Os sintomas diferenciam-se entre os diversos tipos de linfomas. No entanto, podemos destacar alguns sintomas que devem ser observados, como o aumento dos gânglios linfáticos, principalmente no pescoço, axilas e virilhas. Embora haja o aumento dos nódulos, o indivíduo não sente dor. Com o passar do tempo, surgem outros sintomas como:

  • febre;

  • sudorese noturna;

  • perda de apetite;

  • náuseas, entre outros.

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Tipos de linfomas

Os linfomas podem ser divididos em dois grupos principais:

- Linfoma não Hodgkin (LNH): O LNH é o mais comum dos linfomas, sendo um dos tipos de neoplasias que mais ocorrem nos Estados Unidos. É mais frequente em adultos, homens e indivíduos imunodeprimidos, como os doentes de AIDS. Geralmente, essa doença tem origem em células linfocíticas, no entanto, pode originar-se em tecidos não linfoides, como tecido do trato gastrointestinal. Ainda são discutidas as causas do LNH, que pode ser influenciado por fatores genéticos, ambientais e também estar associado a vírus, como o Epstein-Barr. Alguns tipos de LNH não respondem bem ao tratamento e podem apresentar mortalidade de até 60%. Outros tipos, como o linfoma de Burkitt, embora seja agressivo, responde bem ao tratamento, e a maioria dos pacientes é curada.

- Linfoma de Hodgkin ou doença de Hodgkin (DH): A DH origina-se nos gânglios do sistema linfático (linfonodos), em que são produzidas as células de defesa, geralmente com alterações dos linfócitos do tipo B. É mais comum em jovens adultos entre 25 anos e 30 anos. Se a doença não for tratada, pode disseminar-se por tecidos adjacentes e até para outros linfonodos através dos vasos linfáticos. Diferentemente do LNH, essa doença responde bem aos tratamentos, e a maioria dos pacientes pode ser curada com os tratamentos disponíveis atualmente.

Tratamento

No caso do DH, o tratamento depende do estágio da doença, entretanto, para ambos os tipos de linfomas, consiste em quimioterapia e radioterapia.

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